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AS TRÊS IDENTIDADES DO DISCURSO AUTOBIOGRÁFICO: REFLEXÕES SOBRE A OBRA DE PEDRO NAVA

  • Foto do escritor: bruno monteiro
    bruno monteiro
  • 13 de jul. de 2020
  • 1 min de leitura

Atualizado: 14 de out. de 2020

Mariana Luz Pessoa de Barros





Os diários, as cartas, os memoriais acadêmicos, os romances autobiográficos são gêneros que realizam o discurso autobiográfico, cuja marca central é, além da temática da “minha vida” – o “eu” é o centro do discurso –, a produção do efeito de identidade entre o enunciador e o narrador; o narrador e o protagonista; o protagonista e o enunciador. Ao examinar os livros que compõem as Memórias de Pedro Nava, notamos que, a partir da segunda metade de Galo-das-trevas (quinto volume), esse triplo efeito de identidade não se realiza por completo. Por meio de uma análise centrada na sintaxe e na semântica discursiva, procuramos desvendar os mecanismos labirínticos que rompem essa coerção dos gêneros autobiográficos e seus efeitos de sentido.



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